sábado, 10 de agosto de 2013

Homenagem aos Pais


SÃO OS VOTOS DE NOSSO BLOG.

Ter um amor delicado



"Quem ama deve ter a delicadeza de entender como o outro gostaria de ser amado.

Às vezes amamos a nós mesmos enquanto pensamos de amar os outros. Isto acontece quando entra de meio o egoísmo. 

Quando fazemos tudo ao nosso modo, mesmo se com a intenção de fazer o bem aos outros."'

domingo, 28 de julho de 2013

Santa Mônica




          Caríssimos Filhos de Deus,
          Nesse período de um mês até agosto,nós dedicaremos nossas orações em ação de graças a Santa Mônica.

          Santa Mônica

27 de agosto

“Mulher de fé viril, de assentada gravidade, de cristã piedade e materna caridade” (Sto. Agostinho)

No ano de 332 em Tagaste, norte da África, nasceu Mônica, de família Cristã e abastada, sendo assim educada na Fé Cristã e teve como privilégio a permissão para estudar.
Mônica, jovem de fino trato, foi dada em casamento a um cidadão, também de Tagaste, e de nome Patrício. Patrício apesar de sua boa linhagem era rude e pagão, além de tudo era genioso e lento.
Para a jovem Monica os anos de convivência matrimonial foram difíceis e penosos, porém foi no crucificado que ela encontrou forças, para suportar o peso da cruz. Sua vida eram suplicas penitências e sacrifícios pela conversão de seu marido.
Da união de Patrício e Mônica nasceram três filhos; Agostinho, Navigio e Perpetua. O fruto de tantas lagrimas e orações foi a conversão de seu esposo Patrício, que logo após receber o batismo adormeceu na paz do Senhor.
Agostinho, filho mais velho, sempre foi motivo de preocupação para Monica o coração de mãe ficava apreensivo com a insubordinação do filho e também pela inconstância e temperamento difícil.
Quando seu pai morreu, Agostinho estava com dezessete anos, e decididamente saiu de casa alegando o desejo de estudar o mundo, porém lhe mostrou o caminho dos vícios e da imoralidade.
Dona Monica intensificou suas orações e suplicas pelo seu filho pródigo. O coração de mãe sofria e derramava lagrimas de dor pelos desmandos do filho. Certo dia ouviu de um bispo, a seguinte revelação: “Continue a rezar, pois é impossível que se perca um filho de tantas lagrimas”.
Homem de espírito irrequieto, Agostinho destaca-se pela inteligência sendo um dos mais conceituados professores de retórica de Cartago. Para fazer sofrer, ainda mais, sua mãe, inscreve-se como membro ativo de uma seita Herética dos Maniqueus.
Tentando fugir dos cuidados e dos olhares de sua mãe, Agostinho foge para Itália, e em Milão é condecorado com o cargo de professor oficial de retórica.
Monica, não se dando por vencida, viaja da África para Itália com o firme propósito de recuperar o filho. O coração de mãe não se engana.
Por vezes Monica, em lagrimas, elevou suas preces à sempre Virgem Maria implorando sua valiosa intercessão.
Foi num desses momentos de intimidade com a Ssma. Virgem, que Monica recebeu o conselho de Nossa Senhora para usar a Sagrada Correia, segundo o modelo que ela mesma usava em Nazaré na Galiléia.
Em Milão, Agostinho tornou-se frequentador dos magníficos sermões do Bispo Ambrósio, primeiro por curiosidade, depois por interesse espiritual.
Os fatos pareciam confirmar o que em preces Mônica tanto desejou, pois Agostinho, seu filho Adeodato e seu amigo inseparável, Alipio, recebem o batismo de Santo Ambrósio.
Para Mônica, tudo estava consumado o fruto de suas preces e lagrimas, teria se confirmado com a conversão do filho era hora de voltar para a casa. Decide embarcar para África, Agostinho viaja acompanhado de sua Santa Mãe.
Próximo que estavam de Roma, ou seja, no porto de Óstia, Dona Mônica adoeceu e veio a falecer. Era o ano de 387, Monica estava com 55 anos, o belo modelo de mãe Cristã, deixa para a história o testemunho de fé e de perseverança de mais de 20 anos de preces, lagrimas e suplicas.
Santo Agostinho eternizou sua mãe escrevendo:
“Próximo já do dia em que ela ia sair desta vida, sucedeu que nos encontrássemos sozinhos ela e eu, apoiados a uma janela cuja vista dava para o Jardim Interior da casa. Era em Óstia, onde apartados da multidão, após o cansaço de uma longa viagem, retemperávamos a sós, muito docemente. Esquecendo o passado e ocupando do futuro, qual seria a vida eterna dos Santos, que nunca os olhos viram nunca o ouvido ouviu, nem o coração do homem imaginou. Nossos corações abriam-se ansiosos para a corrente celeste da fonte da vida divina.”
Que todas as mães possam ter a certeza de que suas preces não caem no esquecimento de Deus. Suas lagrimas comovem o coração do senhor. “Pois quando uma mãe se ajoelha em preces, um filho se levanta.”

Amém

Paz e Bem!

Ps.: Segue abaixo o link para acessar um documentário sobre a vida de Santa Mônica

Vídeo - Santa Mônica, mãe de Santo Agostinho Bispo (Pe. Julio Gritti)


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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Que Maria nos visite no dia de hoje


Essa presença viva, real do Senhor, vem a nós quando a Mãe vem nos visitar. Que Maria nos visite no dia de hoje.


Hoje, celebramos a visita de Maria à sua prima Isabel. Você se recorda bem desse fato? É um dos fatos mais lindos narrados para nós.
Logo no início do Evangelho de Lucas, logo após Maria receber do anjo o anúncio de que estava grávida, havia nela uma expectativa de conceber Jesus, o Filho de Deus encarnado no seu ventre.
Maria foi ao encontro de Isabel. Ela subiu uma região montanhosa da Judeia e caminhou apressadamente ao encontro de sua prima.
Nossa Senhora foi aquela que colocou o próximo à sua frente, colocou-o como meta de serviço, como meta de vida. Seguir Jesus Cristo, estar no Seu caminho significa seguir o próximo, servir o irmão, o necessitado, servir aquele que precisa de nós. Assim o fez Maria, ela optou por servir sua prima, pois esta precisava dela.
O fato de estar grávida, sobretudo do Senhor da vida, não deixou a Mãe de Jesus paralisada; muito pelo contrário, ela, mesmo sabendo que estava grávida, saiu ao encontro da prima para servi-la.
Hoje, nós queremos olhar para Maria, exemplo de humildade, e queremos nos colocar à disposição para servir, ajudando as pessoas que precisam de um encontro pessoal com Deus. Há várias pessoas que estão precisando de alguém que venha as consolar, pois estão na solidão, na doença, na enfermidade, na tristeza e no abandono. Nós podemos ser portadores da presença de Deus para essas pessoas.
Maria foi para Isabel a presença amorosa do Senhor na vida dela. Nós precisamos ser um para com os outros, sobretudo para com os mais necessitados. Essa presença viva, real do Senhor, vem a nós quando a Mãe vem nos visitar.
Que Maria nos visite no dia de hoje, que ela se faça presente em nossa vida, em nossa casa, em nossa família, que ela nos dê o consolo, a bênção e a proteção.

Deus abençoe você!

Padre Roger Araújo – Comunidade Canção Nova

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Matão prepara 65ª edição da festa de Corpus Christi


A celebração de Corpus Christi acontecerá no dia 30 de maio, uma demonstração de arte e fé que mobiliza diversas cidades do Brasil. Em Matão (SP), todos os anos a comunidade católica da cidade com apoio da prefeitura, se organiza para a comemoração do feriado cristão. Toneladas de materiais tingidos como dolomita e vidro moído, são utilizados para ornamentar as 12 quadras na área central da cidade, que interligadas formam uma cruz.
O evento atrai milhares de fiéis que acompanham de perto toda a movimentação da celebração, dos tapetes confeccionados nas ruas até a procissão no final do dia.
Para receber o grande público, toda uma estrutura é organizada com: praça de alimentação, feira de artesanato, exposições artísticas e expoflor.
De acordo com o diretor do departamento de turismo de Matão, Wilson Cardoso, o objetivo da festa é valorizar o aspecto religioso. “Este ano a novidade é o Tríduo Eucarístico, serão três celebrações que ocorrerão nos dias 27, 28 e 29 de maio, reunindo todas as paróquias da cidade na Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus para festejar o Corpus Christi”, explica.

As ornamentações das ruas ficam por conta de pastorais, escolas e associações além de artistas voluntários. Para dar formas aos desenhos, são utilizadas mais de 70 toneladas de dolomita, além de vidro moído. Segundo Cardoso, apenas 3% do material usado é vidro. “A gente quer manter a tradição do uso do vidro, durante o ano realizamos a coleta, mas em uma escala menor. Utilizamos o vidro para confecção dos quadros e misturamos também com a dolomita para não perder a essência do material”, conta.
Trabalhando o tema da campanha da fraternidade 2013 que é: “Fraternidade e Juventude” com o lema, “Eis-me aqui, envia-me”, a 65ª edição da festa em Matão vai homenagear o artista, Victorio D. Agostino, o primeiro a confeccionar um quadro para a celebração de Corpus Christi na cidade.

A grandiosidade do evento fez com que outras atividades paralelas fossem agregadas, e mostra em um amplo espaço a arte e a fé de um povo.
Confira abaixo a programação 2013
Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus
Dias:27, 28 e 29/05
19h30 - Tríduo Eucarístico
Dia:30/05
04h – Início das decorações
08h – Santa Missa
09h – Hora Santa e início das atividades artístico-culturais
11h – Santa Missa
16h30 – Santa Missa e procissão
Fonte:Secretaria de Esportes, Lazer e Turismo de Matão

sábado, 5 de janeiro de 2013

2013: ANO DA FÉ

a. O Ano da Fé significa agradecer
O ser humano, em seu estado natural, possui inteligência e vontade com potencialidades infinitas. A beleza que surge das mãos dos homens é um reflexo da beleza que surge das mãos do Criador. No entanto, não quis Deus que o homem permanecesse apenas em seu estado natural e nos deu o dom da fé.

  O dom da fé e da graça eleva o homem ao estado sobrenatural, somos filhos de Deus (1Jo 3,1). Neste estado podemos dizer com São Paulo “Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim” (Gal 2,20). O estado sobrenatural não está em conflito com o estado natural. A graça não destrói a natureza, a supõe, eleva e aperfeiçoa.

A fé nos eleva a uma condição superior, mas não de superioridade. É na vivência profunda da fé que o homem se encontra completamente consigo mesmo e com o outro, e realiza plenamente a vocação a que foi chamado.

Cristo é nosso Senhor e nos convida a contemplar o mundo e seus irmãos com novos olhos. A fé, bem acolhida e cultivada, nos oferece uma lente que permite perceber a realidade com o coração de Deus. Por isto, o cristão não é indiferente aos assuntos do mundo. O sofrimento e a dor que assolam a humanidade devem ser sentidos, sofridos e compadecidos com maior intensidade por aqueles que se declaram apóstolos de Cristo. É com o amor de Deus que amamos o mundo.

A fé não é alienação, ao contrário, é trazer ao mundo um pouco do divino, é lapidar a beleza da criação muitas vezes escondida pela nuvem do pecado. A verdadeira alienação é não acolher, cultivar e promover o dom da fé. A busca de infinito que permeia o coração humano encontra nela seu porto seguro, pois somente através desse magnífico dom descobrimos quem realmente somos. Como dizia Santo Agostinho: “Fizeste-me para Ti, Senhor, e o meu coração inquieto está enquanto não descansa em Ti” (Confissões, l.1, n.1). Elevemos todos uma oração de agradecimento a Deus pelo dom da Fé que nos enriquece, fazendo-nos mais humanos e filhos de Deus.
b. No Ano da Fé é necessário dar razões
São Pedro, em sua epístola, nos convida a dar razões de nossa esperança. “Estai sempre prontos a responder para vossa defesa a todo aquele que vos pedir a razão de vossa esperança, mas fazei-o com suavidade e respeito.” (1Pe. 3,15)

Não basta celebrar. A verdadeira ação de graças ao Senhor exige que desenvolvamos o dom recebido. A fé é a resposta que o coração humano naturalmente anseia encontrar. No entanto, o dom da fé não exclui a necessidade de utilizar o dom da razão para compreender melhor os mistérios revelados por Deus, de fazê-los compreensíveis e acessíveis ao homem em cada momento histórico. Existe a inteligência da Fé que deve ser, unida à luz da graça, desenvolvida a fim de que cada cristão possa aderir com maior liberdade às verdades reveladas.

Só a partir de uma livre, consciente e renovada adesão à própria fé haverá plena responsabilidade na vivência e testemunho desse dom. É aqui onde dom e resposta, graça divina e liberdade humana devem se dar as mãos para que a fé possa cair em terra fértil, semear e dar frutos em abundância.

Esforcemo-nos por conhecer profundamente a fé que professamos. Criemos grupos de estudos e reflexão, estudemos nossa história.

Possuímos um instrumento maravilhosamente privilegiado para esta finalidade: o Catecismo da Igreja Católica, que se apresenta também no formato de compêndio e no formato para jovens, o YouCat, lançado na Jornada Mundial da Juventude em Madri. Todos são fontes riquíssimas para alimentar nossa alma e nossa inteligência. Temos também o Compêndio da Doutrina Social da Igreja, os documentos do Concilio Vaticano II, as encíclicas papais e, acima de tudo, a Sagrada Escritura.
  Utilizemos as ferramentas que a sociedade moderna nos oferece para nos atualizarmos, conhecermo-nos e encontrarmo-nos. É louvável a iniciativa de diversos grupos de jovens que, na impossibilidade de encontrar-se fisicamente com frequência, utilizam os bate-papos, os grupos que as diversas mídias sociais oferecem. Desejo, vivamente, que estes grupos se multipliquem. É importante que estejam guiados por uma pessoa ou que tenham um moderador ou consultor com conhecimentos filosóficos e teológicos, que iluminem e ajudem a entender melhor a própria fé.

Pelo batismo, somos, desde já, cidadãos do Céu, mas devemos ser conscientes dessa tão alta dignidade. Não devemos nos acanhar diante dos desafios que o mundo apresenta. A Igreja não possui apenas dois mil anos de história, mas ela e, consequentemente cada um de nós que estamos em comunhão com a Igreja, possuímos a assistência do Logos Divino, da sabedoria eterna, que nos é dada através dos dons do Espírito Santo. Não devemos ter medo de dialogar com o mundo contemporâneo. É nossa missão evangelizar a cultura. Como afirma Bento XVI, "a Igreja nunca teve medo de mostrar que não é possível haver qualquer conflito entre fé e ciência autêntica, porque ambas, embora por caminhos diferentes, tendem para a verdade."(Porta Fidei, n. 12). Sejamos os promotores da Verdade na caridade, e da caridade na Verdade