sexta-feira, 29 de agosto de 2014
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
PROJETO PRÉ CATEQUESE
PRÉ CATEQUESE 1º ENCONTRO
Catequese ≠ Escola
(Não dominam a escrita ou praticam a letra de forma)
- Lembrancinha
- Acolhida
- Dinâmica de Apresentação
- Dinâmica
- LEMBRANCINHA
Materiais utilizados:
- EVA ( em diferentes cores e texturas do seu gosto)
- Palito ( espeto de churrasco não tão grosso)
- Jujubas
- Saquinho ( Geladinho | Gelinho | Sacolé) para as jujubas não ficarem expostas
- ACOLHIDA
Contar um pouco sobre você.
-DINÂMICA
De apresentação serve para as crianças se conhecerem. Nesse momento você não deve falar sobre você esse momento já passou.
Escolha uma de sua preferencia - CLIQUE AQUI
quarta-feira, 5 de março de 2014
Quarta Feira de Cinzas
O Credo ensina que "Jesus desceu à mansão dos mortos". Isso significa que, de fato, Ele morreu e que, por Sua morte por nós, venceu a morte e o diabo, o dominador da morte (Hb 2,14). São João disse que Ele veio a nós para "destruir as obras do demônio" (1 Jo 3,8). "Ele foi eliminado da terra dos vivos" (Is 53,8). "Minha carne repousará na esperança, porque não abandonarás minha alma no Hades nem permitirás que teu Santo veja a corrupção" (At 2,26-27).
Jesus morreu, mas Sua alma, embora separada de Seu corpo, ficou unida à Sua Pessoa Divina, o Verbo, e desceu à morada dos mortos para abrir as portas do céu aos justos que o haviam precedido (cf. Cat. §637). Para lá foi como Salvador, proclamando a Boa Nova aos espíritos que ali estavam aprisionados. Os Santos Padres da igreja dos primeiros séculos explicaram bem isso. São Gregório de Nissa (†340) disse: "Deus [o Filho] não impediu a morte de separar a alma do corpo, segundo a ordem necessária à natureza, mas os reuniu novamente um ao outro pela Ressurreição, a fim de ser Ele mesmo, em Sua pessoa, o ponto de encontro da morte e da vida, e tornando-se, Ele mesmo, princípio de reunião para as partes separadas” (Or. Catech. , 16: PG: 45,52B).
São João Damasceno (†407), doutor da Igreja e patriarca de Constantinopla ensinou que: “Pelo fato de que, na morte de Cristo, a Sua alma tenha sido separada da carne, a única pessoa não foi dividida em duas pessoas, pois o corpo e alma de Jesus existiram da mesma forma desde o início na pessoa do Verbo; e na Morte, embora separados um do outro, ficaram cada um com a mesma e única pessoa do Verbo” (De fide orthodoxa, 3, 37: PG 94, 109 BA).
A Escritura chama de 'Morada dos Mortos', Inferno, Sheol ou Hades, o estado das almas privadas da visão de Deus; são todos os mortos, mausou justos, à espera do Redentor. Mas o destino deles não é o mesmo como mostra Jesus na parábola do pobre Lázaro recebido no "seio de Abraão". Jesus não desceu aos infernos (= interior) para ali libertar os condenados nem para destruir o inferno da condenação, mas para libertar os justos, diz o Catecismo (§ 633).
Cedido por Canção Nova.
Jesus morreu, mas Sua alma, embora separada de Seu corpo, ficou unida à Sua Pessoa Divina, o Verbo, e desceu à morada dos mortos para abrir as portas do céu aos justos que o haviam precedido (cf. Cat. §637). Para lá foi como Salvador, proclamando a Boa Nova aos espíritos que ali estavam aprisionados. Os Santos Padres da igreja dos primeiros séculos explicaram bem isso. São Gregório de Nissa (†340) disse: "Deus [o Filho] não impediu a morte de separar a alma do corpo, segundo a ordem necessária à natureza, mas os reuniu novamente um ao outro pela Ressurreição, a fim de ser Ele mesmo, em Sua pessoa, o ponto de encontro da morte e da vida, e tornando-se, Ele mesmo, princípio de reunião para as partes separadas” (Or. Catech. , 16: PG: 45,52B).
São João Damasceno (†407), doutor da Igreja e patriarca de Constantinopla ensinou que: “Pelo fato de que, na morte de Cristo, a Sua alma tenha sido separada da carne, a única pessoa não foi dividida em duas pessoas, pois o corpo e alma de Jesus existiram da mesma forma desde o início na pessoa do Verbo; e na Morte, embora separados um do outro, ficaram cada um com a mesma e única pessoa do Verbo” (De fide orthodoxa, 3, 37: PG 94, 109 BA).
A Escritura chama de 'Morada dos Mortos', Inferno, Sheol ou Hades, o estado das almas privadas da visão de Deus; são todos os mortos, mausou justos, à espera do Redentor. Mas o destino deles não é o mesmo como mostra Jesus na parábola do pobre Lázaro recebido no "seio de Abraão". Jesus não desceu aos infernos (= interior) para ali libertar os condenados nem para destruir o inferno da condenação, mas para libertar os justos, diz o Catecismo (§ 633).
Cedido por Canção Nova.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Reflexão - Salmo 1
Salmo 1
Bem - aventurado é aquele que se alegra
na lei do Senhor.
Feliz o homem que não procede conforme o conselho dos ímpios, não trilha o caminho dos pecadores, nem se assenta entre os escarnecedores.
Feliz aquele que se compraz no serviço do Senhor e medita sua lei dia e noite.
Ele é como a árvore plantada na margem das águas correntes: dá fruto na época própria, sua folhagem não murchará jamais. Tudo o que empreende, prospera.
Os ímpios não são assim! Mas são como a palha que o vento leva.
Por isso não suportarão o juízo, nem permanecerão os pecadores na assembléia dos justos.
Porque o Senhor vela pelo caminho dos justos, ao passo que o dos ímpios leva à perdição.
==
No Salmo 1 é anunciada a temática de todo o saltério. Quem toma os
salmos em suas mãos e os reza, medita dia e noite na Lei de Deus e sente prazer
nela. Refaz faz bem para as pessoas. O homem ou a mulher que reza é semelhante
a uma árvore que está plantada junto as águas correntes e que, no momento
certo, dá seus frutos. A oração dá frutos no ser humano, fazendo-o
"florescer" e prosperar. Pela oração, o ser humano entra em contato
com a vida que Deus lhe deu. As suas folhas não irão murchar jamais. O que a oração
acende não é um fogo de palha, nem um fruto efêmero, que passa rapidamente.
Há ainda outro efeito dos salmos para aquele que reza: "tudo o que
ele faz prospera (Salmo 1,3). Nós reagimos a esta promessa com ceticismo.
Experimentamos sempre de novo, apesar de nossas orações, que muitas coisas não
nos saem bem. No entanto, essa promessa permanece. Pela oração nos asseguramos
de que a nossa vida será bem-sucedida. é possível que aconteça de maneira
diferente do que imaginamos; no entanto, é certo de que chegará a bom termo.
Para expor de forma mais clara o efeito curativo e frutificador da
oração, o salmista usa o recurso do contraste. Quem não se preocupa com a lei
do Senhor nem se importa com a oração é como a "palha que o vento
dispersa" (Salmo 1,4). Ele fica a mercê de tornar-se sempre de novo
consciente de que Deus conhece seu caminho. Pois na medida em que o orante
pensa em Deus, Deus pensa nele. Ele traz Deus igualmente em sua mente. Sabemos
naturalmente que Deus pensa em nós mesmo se não rezamos. Contudo, pela oração,
trazemos essa consciência para dentro de nossos corações. Há, então, uma
promessa em nossas orações. Aquele que reza assim é abençoado, é feliz. Sua
vida é bem-sucedida e próspera. Ele entra em sintonia consigo mesmo. Todavia, a
oração não é um pensamento breve acerca de Deus, mas sim uma reflexão dia e
noite sobre a Lei de Deus. Os salmos determinam nossos pensamentos mesmo quando
não rezamos. Eles devem orientar nosso olhar para Deus em cada momento, de modo
que, a partir de Deus, nossa vida será frutífera.
Fragmento de :"Salmos que acompanham minha vida"
Autor : Anselm Grün
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Mensagem para Reflexão
O dia mais belo: hoje
A coisa mais fácil: errar
O maior obstáculo: o medo
O maior erro: o abandono
A raiz de todos os males: o egoísmo
A distração mais bela: o trabalho
A pior derrota: o desânimo
Os melhores professores: as crianças
A primeira necessidade: comunicar-se
O que traz felicidade: ser útil aos demais
O pior defeito: o mau humor
A pessoa mais perigosa: a mentirosa
O pior sentimento: o rancor
O presente mais belo: o perdão
o mais imprescindível: o lar
A rota mais rápida: o caminho certo
A sensação mais agradável: a paz interior
A maior proteção efetiva: o sorriso
O maior remédio: o otimismo
A maior satisfação: o dever cumprido
A força mais potente do mundo: a fé
As pessoas mais necessárias: os pais
A mais bela de todas as coisas: O AMOR!!!
A coisa mais fácil: errar
O maior obstáculo: o medo
O maior erro: o abandono
A raiz de todos os males: o egoísmo
A distração mais bela: o trabalho
A pior derrota: o desânimo
Os melhores professores: as crianças
A primeira necessidade: comunicar-se
O que traz felicidade: ser útil aos demais
O pior defeito: o mau humor
A pessoa mais perigosa: a mentirosa
O pior sentimento: o rancor
O presente mais belo: o perdão
o mais imprescindível: o lar
A rota mais rápida: o caminho certo
A sensação mais agradável: a paz interior
A maior proteção efetiva: o sorriso
O maior remédio: o otimismo
A maior satisfação: o dever cumprido
A força mais potente do mundo: a fé
As pessoas mais necessárias: os pais
A mais bela de todas as coisas: O AMOR!!!
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
ORAÇÃO A SÃO FRANCISCO DE ASSIS
Senhor,
fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor,
Onde houver ofensa , que eu leve o perdão,
Onde houver discórdia, que eu leve a união,
Onde houver dúvida, que eu leve a fé,
Onde houver erro, que eu leve a verdade,
Onde houver desespero, que eu leve a esperança,
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria,
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor,
Onde houver ofensa , que eu leve o perdão,
Onde houver discórdia, que eu leve a união,
Onde houver dúvida, que eu leve a fé,
Onde houver erro, que eu leve a verdade,
Onde houver desespero, que eu leve a esperança,
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria,
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó
Mestre, fazei que eu procure mais
consolar que ser consolado;
compreender que ser compreendido,
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe
é perdoando que se é perdoado
e é morrendo que se nasce para a vida eterna.
consolar que ser consolado;
compreender que ser compreendido,
amar, que ser amado.
Pois é dando que se recebe
é perdoando que se é perdoado
e é morrendo que se nasce para a vida eterna.
sábado, 10 de agosto de 2013
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